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Palestras e Workshops

Vivência real e conhecimento técnico para empresas, SIPAT, CIPA, escolas e eventos.

palestra

O Dia que Entendi que Agora Era PCD

Acidente de trabalho, reabilitação, capacitismo e a reconstrução de uma trajetória

Nesta palestra, Cleber Iantzen compartilha uma história real marcada por acidente de trabalho, reabilitação profissional, dificuldades financeiras, preconceito e reconstrução da vida profissional. A partir da própria experiência, a palestra propõe uma reflexão sobre os impactos que um acidente de trabalho pode causar não apenas ao trabalhador, mas também à sua família, além de abordar o capacitismo e os desafios enfrentados por pessoas com deficiência no retorno ao mercado de trabalho. Com uma abordagem humana e direta, o conteúdo reforça a importância da prevenção, do respeito, da inclusão e da valorização da capacidade profissional. Mais do que uma história de superação, é um convite para refletir sobre escolhas, oportunidades e sobre a forma como enxergamos as pessoas com deficiência. “A deficiência passou a fazer parte da minha história, mas nunca teve o direito de escrever a história inteira.” Cleber Iantzen

O que será abordado

  • Acidente de trabalho e suas consequências
  • Impactos do acidente na vida do trabalhador e da família
  • Falhas de procedimento, pressa, cansaço e prevenção
  • Hospitalização, cirurgias e processo de recuperação
  • Dependência do INSS e dificuldades durante o afastamento
  • Reabilitação Profissional e retorno ao mercado de trabalho
  • O momento de compreender a condição de pessoa com deficiência
  • Capacitismo e preconceito no ambiente profissional
  • Deficiência não é sinônimo de incapacidade
  • Respeito às diferentes profissões e valorização das competências
  • Qualificação profissional como caminho de reconstrução
  • Oportunidade, inclusão e crescimento profissional
  • Importância da segurança do trabalho e do cumprimento de procedimentos
  • Responsabilidade individual e coletiva na prevenção de acidentes
  • Respeito, inclusão e mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência
  • Reconstrução da trajetória profissional após um acidente
  • Reflexão sobre escolhas, oportunidades e recomeços
palestra

RESILIÊNCIA EM TEMPOS DE EXTREMOS

Preparação, prevenção e comportamento diante de situações adversas.

Palestra voltada ao desenvolvimento da resiliência diante de situações adversas, com foco em prevenção, percepção de riscos, preparação e tomada de decisão. O conteúdo aborda eventos climáticos extremos, comportamento em emergências e a importância da preparação individual, familiar, profissional e coletiva. A proposta é mostrar, de forma prática e acessível, como informação, planejamento e atitudes corretas podem reduzir riscos e melhorar a resposta diante de situações críticas.

O que será abordado

  • Resiliência aplicada à vida pessoal, profissional e coletiva
  • Percepção de riscos e prevenção
  • Eventos climáticos extremos e seus principais impactos
  • Chuvas intensas, enchentes, vendavais, tempestades e raios
  • Comportamento humano diante de situações críticas
  • Tomada de decisão sob pressão
  • Preparação individual, familiar e profissional
  • Comunicação e uso de informações oficiais em emergências
  • Medidas práticas para reduzir riscos antes, durante e após eventos adversos
  • Importância do planejamento e da preparação preventiva
  • Papel das empresas, equipes e comunidades na construção da resiliência
  • Lições aprendidas com grandes eventos extremos no Rio Grande do Sul
palestra

Quando Tudo Sai do Plano

Como agir, decidir e manter o controle em situações de emergência

Em uma emergência, quase nunca existe um cenário perfeito. Informações podem faltar, a pressão aumenta, as pessoas ficam nervosas e decisões precisam ser tomadas em pouco tempo. A palestra “Quando Tudo Sai do Plano” aborda, de forma prática e acessível, como agir diante de situações inesperadas, unindo conceitos de primeiros socorros, segurança do trabalho, salvamento e gestão de riscos. O foco está na percepção de perigos, comunicação em momentos críticos, tomada de decisão, controle emocional e preparação para responder com mais segurança quando o planejamento precisa ser adaptado à realidade.

O que será abordado

  • Percepção de riscos em situações inesperadas
  • Tomada de decisão sob pressão
  • Comunicação em momentos críticos
  • Controle emocional durante emergências
  • Primeiros socorros e resposta inicial
  • Segurança do trabalho aplicada a situações reais
  • Salvamento e atuação segura diante do risco
  • Gestão de riscos e prioridades de resposta
  • Liderança prática em cenários de pressão
  • Erros comuns que agravam uma emergência
  • Importância do planejamento e dos procedimentos
  • Adaptação quando o plano original deixa de funcionar
  • Preparação individual e coletiva para emergências
  • A importância dos primeiros minutos de resposta
palestra

O Perigo Mora no Hábito

Quando a rotina faz o risco parecer normal

Com o passar do tempo, a rotina pode fazer com que riscos deixem de ser percebidos. Atalhos, excesso de confiança, distrações e pequenos desvios começam a parecer normais até que uma situação insegura se transforme em acidente. A palestra “O Perigo Mora no Hábito” propõe uma reflexão prática sobre comportamento, percepção de riscos e prevenção no ambiente de trabalho. De forma acessível, aborda como hábitos, decisões e atitudes do dia a dia influenciam diretamente a segurança, reforçando a importância da atenção, do uso correto dos EPIs, da comunicação e da responsabilidade coletiva para evitar acidentes.

O que será abordado

  • Percepção de riscos no ambiente de trabalho
  • Como a rotina pode reduzir a atenção aos perigos
  • Excesso de confiança e sensação de controle
  • Normalização de desvios e comportamentos inseguros
  • Atalhos, improvisos e escolhas aparentemente inofensivas
  • Uso correto e consciente dos EPIs
  • Distração, pressa e fadiga no trabalho
  • Quase-acidentes como sinais de alerta
  • Comunicação de riscos e condições inseguras
  • Responsabilidade individual e coletiva
  • Influência dos hábitos na prevenção de acidentes
  • Mudança de comportamento e cultura de segurança
  • Importância dos procedimentos e das boas práticas
  • Como transformar prevenção em hábito diário
palestra

O Poder de Dizer Não

Quando parar também é uma atitude de segurança.

A palestra “O Poder de Dizer Não” aborda a importância de reconhecer situações inseguras e ter postura para interromper, questionar ou recusar uma atividade quando houver risco. De forma prática, mostra como a pressão, a pressa, o medo de desagradar, o excesso de confiança e hábitos antigos podem levar pessoas a aceitar condições que não deveriam ser normalizadas. A proposta é estimular uma cultura em que segurança também significa saber parar, pedir orientação, comunicar um risco e tomar decisões responsáveis antes que um desvio se transforme em acidente.

O que será abordado

  • Percepção de risco no ambiente de trabalho
  • O medo de dizer “não” e suas consequências
  • Pressão por produtividade e decisões inseguras
  • Pressa, improvisos e atalhos operacionais
  • Excesso de confiança e normalização do desvio
  • Comunicação de riscos e condições inseguras
  • Direito de interromper uma atividade diante de perigo
  • Responsabilidade individual e coletiva pela segurança
  • O papel da liderança na construção de um ambiente seguro
  • Como questionar uma orientação sem gerar conflito
  • A importância de pedir ajuda ou esclarecimento
  • Quase acidentes como sinais de alerta
  • Atitudes preventivas antes que o acidente aconteça
  • Construção de uma cultura de segurança baseada em respeito e responsabilidade
palestra

Liderar Também é Questionar

Como romper com o “sempre foi assim” sem transformar mudança em conflito

Nem todo profissional considerado “difícil” é um problema para a equipe. Muitas vezes, ele é justamente quem percebe aquilo que se tornou normal aos olhos de todos. A palestra “Liderar Também é Questionar” aborda a relação entre liderança, resistência à mudança, comunicação, processos e cultura organizacional. Parte de uma situação comum nas empresas: alguém questiona um procedimento, aponta uma falha ou propõe uma forma diferente de trabalhar e encontra como resposta o conhecido “sempre foi assim”. A discussão não coloca quem questiona automaticamente como certo. Pelo contrário: mostra que mudança também exige responsabilidade, capacidade de ouvir, fundamentação e disposição para rever ideias. Da mesma forma, liderar não significa impedir discordâncias, mas criar condições para que elas aconteçam de maneira profissional. A palestra convida líderes e equipes a diferenciarem crítica técnica de confronto pessoal, autoridade de autoritarismo, experiência de resistência à mudança e procedimento de burocracia desnecessária. O objetivo é desenvolver ambientes em que pessoas possam questionar, contribuir e melhorar processos sem transformar cada divergência em conflito.

O que será abordado

  • O perigo do “sempre foi assim”
  • Por que pessoas que questionam acabam recebendo o rótulo de “difíceis”
  • Liderança e segurança psicológica para discordar
  • Questionar uma ideia não é questionar a autoridade de alguém
  • A diferença entre resistência, crítica e insubordinação
  • Quando a experiência ajuda e quando ela impede a mudança
  • Como receber uma crítica sem transformar o assunto em algo pessoal
  • Como discordar sem criar um conflito desnecessário
  • Crítica técnica versus ataque pessoal
  • O papel do líder diante de opiniões diferentes
  • Quando o ego começa a interferir nos processos
  • Procedimentos não devem ser instrumentos de poder
  • Conhecimento individual versus conhecimento institucional
  • Por que processos não podem depender apenas de “quem sabe fazer”
  • Transformando experiência em padrão, registro e procedimento
  • A importância de ouvir quem executa o trabalho
  • Como identificar melhorias propostas pela própria equipe
  • Mudança sem imposição
  • Como apresentar uma proposta de melhoria de forma fundamentada
  • O direito de questionar e a responsabilidade de argumentar
  • Líderes que não precisam ser os donos de todas as respostas
  • Como construir uma equipe que aprende com os próprios erros
  • Cultura de melhoria contínua na prática
  • Da improvisação recorrente para processos organizados
  • Quando o profissional “difícil” pode estar revelando um problema da organização